QUEM SOMOS

Há 24 anos no ramo de consertos de relógios, tanto antigos como contemporâneos, o relojoeiro Ezequiel tem se destacado pela seriedade e transparência com que presta seus serviços. Desenvolveu, ao longo do tempo, bastante experiência e especialização em consertos e restaurações de relógios antigos, tanto no que se refere ao mecanismo, mostrador, metais e caixa. Devolvemos ao nosso cliente parte da sua infância através desses personagens tão encantadores, que tornam "ter vida" como cucos, carrilhões, caixas de músicas, realejos, etc.

O relojoeiro Ezequiel de Andrade Neves conserta e restaura relógios desde 1994 quando então com a idade de 13 anos, incentivado pelo seu pai começou a buscar conhecimento através de livros e técnicas ensinadas por outros relojoeiros. Natural de São Marcos- RS, trabalhou em diversas oficinas de relojoaria desta cidade e, também, em Caxias do Sul, onde aperfeiçoou seus conhecimentos com relojoeiros já bem mais antigos no ramo ,vindos de uma época em que peças de reposição não era algo muito disponível aos relojoeiros do interior, o que lhes forçava a buscar meios de recuperação e fabricação tanto de peças como de ferramentas.

Estabelecido em Porto Alegre desde 2002, vem consertando e restaurando relógios antigos de parede, bolso e pulso (muitos deles já avariados por outros relojoeiros) sempre primando pela honestidade e clareza com o cliente.
O Atelier do Tempo é uma empresa familiar. Onde o casal Ezequiel e Rose, uniram forças e realizaram um sonho, trabalhar naquilo que amam. Tem por objetivo SERVIR o melhor possível. E isso se dá, desde o atendimento ao serviço prestado. Para somar ao casal a Aline(irmã de Rose), trabalha na empresa há 3 anos como relojoeira(é certo que ainda é pouco tempo para dizer que ela está completa no ofício, pois leva em torno de 10 anos ou mais para afirmar que se é um relojoeiro, porém tem se mostrado muito apta para tal serviço.


" Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Sl 127:1